Oi colega!
“Quando meu filho estava dormindo, muitas vezes eu olhava com carinho para o rosto sereno e encantador dele pensando no quanto eu o amava. Mas quando estava acordado – derramando leite, pedindo de tudo no supermercado, sujando a roupa limpinha que tinha acabado de colocar, chorando, se agarrando a mim quando chegava numa festinha, jogando objetos – eu era tudo menos a mãe amorosa. Eu repreendia, alterava a voz, criticava, rotulava, ameaçava, castigava e SEMPRE me sentia culpada pelas palavras ásperas que tinha usado, palavras que eu nunca imaginaria dizer a ninguém. Eu me sentia repleta de amor e de boas intenções, mas, sem habilidade, isso não era suficiente para mudar o comportamento de meu filho. “

Eu tinha sido professora antes de ter meu filho e esperava ser tão paciente com ele quanto havia sido com meus alunos. Mas descobri que ser mãe era uma tarefa difícil e frustrante.
Eu queria ser uma mãe compreensiva, a que alimenta, educa e da carinho – porém estava despreparada para a realidade de lidar com uma criança ativa e imperfeita. Descobri que tinha picos de rancor e que o autocontrole que eu tinha era espantosamente bem limitado. Queria demonstrar empatia, mas acabava sendo crítica. Queria que ele dormisse na hora certa, no entanto ficava irritado e não dormia. Queria que vestisse determinada roupa e chorava que queria a outra. Não queria falar demais, no entanto nunca ficava quieta. Queria que me ouvisse, mas ele parecia que se desligava.
Procurei respostas e li quilos de livros sobre educação de filhos. Tudo parecia tão fácil que a cada livro eu ia tentando implementar as estratégias ensinadas e reformular meu comportamento. É claro que muitas coisas mudaram, mas quando ele saia da linha lá estava eu novamente me transformando numa megera. Caia de novo no meu piloto automático. E na hora H não sabia o que fazer. Tudo parecia tão fácil lendo nos livros!!! Quanta expectativa frustrada!
Desde então comecei cada vez mais procurar cursos, vivencias e workshops sobre assuntos relacionados ao tema Parentalidade, Educação Emocional, Inteligência Emocional, Disciplina Positiva entre outros. Com o passar do tempo à medida que eu aprendia a me conter antes de dar as minhas respostas automáticas, começava a ouvir de maneira diferente e a atmosfera em casa começou a mudar também.
Quando notei a diferença enorme que as técnicas e informações que obtive fizeram sentido na minha família, tive vontade de compartilhar esse poderoso conhecimento com as mães e pais, das crianças que eu atendia no consultório, que como eu, ha alguns anos atrás estavam sem alternativas para deixar de lado os sermões, os castigos e os “subornos” para fazerem seus filhos obedecerem.
Acredito que outros profissionais, psicólogos e educadores, que não só são pais como tem contato direto com outros pais e mães ou lidam com crianças e adolescentes, todos podem se beneficiar como eu destas técnicas e conhecimentos.
Quem tiver interesse em saber mais sobre Parentalidade, pode clicar para entrar no grupo do WhatsApp e do Telegram que sempre que tem informações posto por lá.
Com carinho,
Psic. Juliana Pintor
CRP 06/73552